22 abril 2014

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A repercussão do MP 2014: Coisas boas e Comentando os Comentários

Oi meninas!!!!



Eu sei, eu sei... ano de 2014, comentar a repercussão de um evento passada uma semana é soooo last season não??  O fato é que a postagem sobre o Mercado Persa 2014 bombou geral!!! Reunindo todas as mídias foram mais de 100 comentários sobre uma única postagem, considero um recorde para o universo de blogs de dança do ventre. 

Mesmo assim, achei que não falei tudo o que queria ter falado sobre o evento, então resolvi gravar um vídeo, cujo upload não deu certo na sexta feira santa, então, hoje, segunda, 21 de abril, gravei dois vídeos: o primeiro comentando sobre os pontos positivos do evento, tudo o que eu achei bacana, e o segundo comentando sobre alguns itens que geraram mais comentários nas páginas. Vamos conferir???


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É claro que acabei não abordando tudo o que queria, porque fiquei mais preocupada com a extensão do vídeo, então antes de "encerrar o assunto" em 2014, seguem mais algumas sugestões:

1. Apresentações de gala durante a agenda de apresentações:

Acredito já ter abordado esse assunto em anos anteriores, mas não custa nada repetir: que saudade de 2009, 2010, quando, ao invés do show de gala, tínhamos apresentações das grandes bailarinas do país durante o dia. Não vamos mentir que o evento virava uma muvuca generalizada, mas era muito legal, servia como ponto de referência, e era um momento de descanso, onde se parava por 5 minutinhos para ver sua bailarina preferida, com dança da melhor qualidade. Saudade. Saudade. Saudade.

2. Tapete vermelho das estrelas:

Criar um ambiente especial, com agenda definida, para que as bailarinas famosas possam tirar fotos com suas fãs, autografar materiais, receber carinho. Porque quando a manifestação de afeto acontece longe dos acessos aos locais principais do evento, ótimo, o problema é quando congestiona um acesso, quando está em frente a uma porta, enfim. Por outro lado, quem vem de fora, às vezes quer muito encontrar uma bailarina, e não dá a sorte de cruzar com ela nos corredores do evento, por que os horários não "casam". É uma sugestão de fã, nada sério, mas acho que esses encontros poderiam acontecer de uma forma mais "organizada". 

3. Mostra de músicos:

Assim como a organização do evento dá espaço para as escolas se apresentarem, já é hora de pensar em inscrições de músicos independentes na agenda de mostras também. Temos músicos talentosíssimos despontando em diversas partes do país, que querem ter seu trabalho reconhecido em um palco de um grande evento em São Paulo, mas como o MP não oferece mostras de solos, os músicos não podem se apresentar se não forem contratados pela própria organização do evento. Não seria o caso de reservar algumas vagas na mostra para esses músicos, nem que a inscrição custasse um tantim mais caro? (Não estou dando idéia pra louco, me entendam, mas a despesa poderia ser dividida entre o músico e a bailarina que se apresentaria com ele, ou mesmo um grupo... pra "motivar" a organização a abrir este espaço). 

O que mais? 

Espero que tenham gostado dos vídeos (que ficaram longos, mas vale conferir!), e vamos fazer dessa postagem uma verdadeira "Caixa de Sugestões"? Simbora galera!!!




14 abril 2014

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E o Mercado Persa 2014???? Como foi????



Segundona braaaaaaaba e eu, cansada, destruída, e milhares de reais mais pobre depois do Mercado Persa. Será que é o momento de escrever sobre minhas impressões do evento?

Li no Facebook de alguém, com certeza não vou me lembrar de quem, que um evento como o MP, pela tradição, pelo porte, pela organização que tem, merece todo o respeito. De fato. Fico imaginando o tamanho do trabalho de quem organiza, coordenando locação, palcos, apresentações, expositores, logística, serviços, infraestrutura. É algo realmente muito grandioso, cuja excelência vai se construindo gradativamente com os anos de experiência, e, principalmente, com maturidade para aceitar as sugestões e decodificar as críticas. 

Este ano houve uma mudança radical na estrutura do evento: a mudança do tradicional Clube Sírio para o WTC Events Convention Center. Além do nome em inglês que impressiona (chiiiiiiiique bem), o WTC tem a vantagem adicional de ser anexo de um shopping center – além do “glamourrrrrr de shops” tem a praça de alimentação, e mais um monte de pormenores que podem fazer a diferença quando você precisa de algum produto de última hora, ou mesmo de um banheiro limpo e desimpedido.

“Pra não dizer que não falei de flores.”


Esse ano, especificamente, eu não quis fazer nenhum tipo de cobertura do evento ou qualquer tipo de trabalho. Sem filmadoras, câmeras, maletas e pincéis, prometi a mim mesma só assistir, encontrar as amigas, tietar as bailocas famosas, rir e ser feliz. O universo me presenteou com muito mais. 

Reencontrar amigas queridas, que partilham ou não das minhas idéias sobre a dança, mas que não deixam as divergências atravessar a barreira das opiniões. Carinho de tantas bailarinas que amo e admiro desde meus primeiros dias na dança. Um café com a Mestra Lulu que ensina mais do que mil workshops sobre qualquer coisa na dança. Diversos leitores me abordaram, dos mais diversos cantos do país. Fiquei super feliz com o carinho de todos com o meu filho, ganhei presentes para o meu filho (e pude constatar o que todo mundo diz ser verdade: quem agrada a um filho, adoça a boca da mãe.) Várias pessoas me perguntaram sobre o blog, sobre o futuro, e sobre minhas impressões sobre o evento. 

Eu não poderia deixar, então, de responder a essas queridas pessoas, que fizeram meu final de semana tão especial. No entanto, pude perceber que esta falta de necessidade de acompanhar tudo acabou por abrir meus olhos para detalhes que eu nunca havia percebido quando estava com a “agenda cheia”, preocupada com 1000 concursos e apresentações. Pode ser que o meu foco era outro enquanto, simplesmente, público? Claro! Mas, dentro do contexto do evento, tudo deveria ser observado pela organização: Bailarinas, Professoras, Alunas, Público de Dança, Convidados (Público Leigo) e Público Externo. 

Vou procurar falar de tudo em uma única postagem (senta que lá vem a história), com sinceridade sim, mas esperando do fundo do coração que as críticas sirvam de forma construtiva, porque eu amo demais essa dança, respeito profundamente este mercado, e quero vê-lo crescer cada vez mais.

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1. O Local


Quando vi a divulgação do evento informando que neste ano o Mercado Persa seria no WTC, e procurei as fotos de divulgação do local, fiquei maravilhada. Quando vi que (pelo menos o meu) acesso era muito mais fácil do que o acesso ao Clube Sírio, fiquei mais animada ainda. 

Não vou mentir que sou uma pessoa profundamente influenciável por primeiras impressões. Se a primeira impressão é a que fica, o WTC cumpre muito bem o seu papel. O Centro de Convenções é muito sofisticado, e a estrutura de salas é muito boa, todas sinalizadas, a maioria com mais de uma porta. A cantina com um cafezinho indiano delícia, que vale o quanto pesa (5 paus um cafezinho, só com motivação). 

Porém... é pequeno! Muuuuuuuuuuito pequeno.

Nós, que a anos e anos reclamamos do tamanho do Clube Sírio, que já não comportava o Mercado Persa a uns 3 anos, estávamos reclamando de barriga cheia. Considerando apenas a capacidade de pessoas na área de shows, o WTC representa 50% do Clube Sírio. 





Se incluirmos nessa conta o terraço onde funcionava a feira, e a área externa onde ficava a parte de alimentação, o WTC é ainda menor. “Ah, mas tem a praça de alimentação, shopping, parte externa com vista para a Marginal Pinheiros, e blá, blá, blá”. Mas tudo isso não faz parte do evento, e acaba por dispersar demais o público participante. 

Embora o teatro seja pequeno, o palco do teatro do WTC é lindíssimo e maior do que o palco do Clube Sírio, coisa que vocês já devem ter notado pelas fotos incríveis internet afora. A iluminação também é melhor. Mas no quesito disposição de lugares, mais uma vez o Sírio ganha. O formato arena, e a distância das primeiras fileiras em relação ao palco dão uma melhor visibilidade. Outra vantagem do palco arena em camadas é que dá espaço, também, para as pessoas assistirem em pé em alguns setores. Claro que este não é o cenário ideal, mas “quem não tem cão, caça com gato” na hora de arrumar um lugar de última hora para filmar ou fotografar uma apresentação, por exemplo. 

Em relação ao Ballroom, já acho completamente covardia comparar com o Espaço Premium do Sírio. Simplesmente porque o Ballroom é, praticamente, uma sala de palestras, e o Espaço Premium do Clube Sírio é um mini teatro arena. São coisas completamente diferentes. A iluminação do Ballroom é muito melhor, mas temos que considerar o objetivo do espaço – não haveria como ser diferente. A disposição linear das cadeiras, e a falta de espaço para acomodar quem não poderia se sentar foram pontos bem negativos, visto que a maioria das competições aconteceu no Ballroom - e, vamos combinar, é onde a galera quer realmente estar. 

O local menor deixou uma impressão de involução. Ao invés de progredir para uma locação que coubesse confortavelmente umas 5.000 pessoas, a organização optou por reduzir a área de apresentações em troca de um shopping anexo. 

Em aspectos gerais, eu me rendo: o Sírio era melhor. Só dá valor quem perde mesmo!

(Em tempo: no Centro de Convenções do Expo Center Norte cabem 4500 pessoas. #fikadika)



2. A Feira


Quem consegue manter o controle financeiro na feirinha do MP tem o meu total respeito. Este ano, eu confesso: EU PEQUEEEEEEI!!! Só DVDs foram 9! Fora a galabeya luxo mulher rica de Dubai, tiara, pingentes, coisinhassss...



Enfim. Louca consumista mode off. 


Pra falar da feira terei que dividir a análise em 2 partes, ou não serei justa em meus comentários.

a. Como observadora do evento:

A disposição da feira em uma sala anexa tirou, totalmente, a integração com o evento. Sério. Ao chegar na sala, parecia que você estava em um shopping center dedicado à dança, que poderia ser revisitado à qualquer momento. Um silêncio, não tinha a música do evento, não tinha música ambiente, não tinha gente tocando derback, dava para ouvir as moscas voando. Pode parecer boa coisa pra quem quer controlar os gastos, mas, pensando comercialmente, é péssimo. Falaremos disso logo mais. 

A quantidade de expositores este ano foi drasticamente menor do que nos anos anteriores, até porque, pelo tamanho da sala dedicada à feira, nem poderia ser diferente. Senti falta de vários. Em relação aos valores, já é chover no molhado: geral tá perdendo a noção em preços, e a galera está consumindo sem pensamento crítico. Bacana seria se as meninas de outros estados, ao invés de sair comprando tudo na feira do MP desenfreadamente, pesquisasse os preços com a galera de São Paulo. Tenho certeza de que o comportamento seria bem outro. 

Outra coisa que achei um tanto injusta foi a disposição de alguns expositores em frente ao teatro, enquanto outros ficavam no corredor anexo, e na sala dedicada à feira. Por que? Justamente porque, esses expositores sim, estavam totalmente integrados ao evento, e, com isso, foram beneficiados nas vendas. Não pude deixar de notar que o stand de uma bailarina que estava em frente à porta do teatro vendeu, simplesmente, TODOS OS FIGURINOS, que estavam na casa de R$ 500,00, e houve expositor que trouxe figurinos no mesmo valor, mas que estava disposto na última fileira do salão da feira que não vendeu NADA. Se houve diferenciação nos valores cobrados dos expositores, tipo, quem ficava na frente do teatro paga mais caro do que os demais, aí tudo bem. Mas se não houve... hummm... #fail. 



b. Como administradora:

Quando estamos pensando em vendas, o mais importante é criar meios para facilitar a decisão de compra do comprador. No caso do Mercado Persa, a peça chave neste contexto é a conexão da feira com o palco. Por mais que o terraço do Sírio seja amplo, a música do palco principal aguça os sentidos da compradora de uma forma, que pode despertar nela a urgência de comprar aquele item que ela não precisa, só pensando em exibí-lo no palco no próximo ano. É a magia do palco minha gente. E assim acontece com o figurino, com o véu, com o DVD, com os acessórios, com tudo. Princípio básico de técnicas de vendas.

Ao optar por tirar a feira do ambiente das apresentações, a organização levou consigo a urgência da compra, e não deu nada em troca. A decisão de colocar a feira em uma sala anexa, à prova de som e distante do palco pode ser boa para a organização, mas não é boa para o participante - que não quer se sentir desconectado dos acontecimentos no palco, e muito menos para o expositor, que paga a mesma taxa de anos anteriores, e vende menos (impressão colhida com diversos expositores amigos que foram sinceros na avaliação do espaço e das vendas). 

Alimentação: muita, mas muita gente falou mal em anos anteriores. Reclamam que falta refrigerante, que a comida tava estragada, que isso, que aquilo, e blá, blá, blá. Mas o que eu mais ouvia nos corredores era "puxa, o que faltou mesmo foi um falafel". É minha gente, num evento dedicado à dança do ventre, a ausência mais presente é a comida árabe. Porque McDonalds, Spoleto, Bon Grillé, Vivenda do Camarão, Gendai, a gente não precisa pagar 50 mangos para ter acesso: basta ir ao shopping mais próximo. Agora, a Shwarma da Zeinab e o falafel do MP só têm acesso quem paga o ingresso, uma vez por ano, no Mercado Persa. E (pelo menos a Shwarma - nunca comi o falafel) vale cada centavo!


3. As apresentações

Da metade do mês de março em diante minha timeline do Facebook foi tomada pelo Mercado Persa de uma tal forma, fiquei tão de saco cheio, que publiquei em 6 de Abril de uma forma muito mal humorada:






Nem eu sabia que era, praticamente, uma premonição. Ninguém economizou metros de strass para brilhar no palco. Já para impressionar na dança...

Não vou comentar sobre a qualidade técnica dos grupos, porque acredito na diversidade e em um cenário justo onde todos os profissionais tenham a oportunidade de demonstrar seu trabalho. Mas eu preciso dizer que a organização tem responsabilidade e obrigação na elaboração da agenda de apresentações, de forma a tentar agradar o público de dança, os convidados e as participantes. 

Domingo, depois do almoço, sentei para assistir às apresentações de mostra no palco principal, afim de esperar a apresentação do Grupo Mater, que aconteceria às 14:50, e fiquei impressionada em ver um grupo amador atrás do outro, por mais de uma hora. Gente: 2o. faixa de horário nobre de eventos de dança - 14 horas. Novamente, não estou desmerecendo ninguém, mas, enquanto público, que pagou 50 mangos para assistir às apresentações, eu merecia sentar para assistir e, nesta hora, ver, pelo menos, um grupo ÓOOOOOOOOHHHHHHHHH para guardar na memória não??? Pra não dizer que não falei de flores, teve o desfile magnífico do Ateliê Sandra Magalhães (beijo, te ligo!!!), mas eu queria ver DANÇA BOA. E não rolou até que o Grupo Mater entrou no palco e abalou as estruturas com aquelas criancinhas lindas, com um folclore lindo de viver, e arrancou aplausos da galera. 





Por mais que exista a justificativa "não há como prever a qualidade das apresentações", quando participamos de eventos há muitos anos, sabemos qual é a professora, qual é a escola que sempre traz qualidade técnica e cênica - não é à toa que existe o campo "participa do evento a X anos" na ficha de inscrição. Então, tem que haver boa vontade na elaboração da agenda e uma participação intercalada de grupos com "peso da faixa". 

Atrasos, encaixes, apresentadores que esquecem o microfone ligado... precisa falar produção???



4. Os Concursos


Ai que liberdade não ter que assistir os intermináveis concursos individuais na íntegra!! 


Glória Jesus


Então, como não assisti tudo (aliás não assisti a quase nada neste quesito), vamos em ritmo de "rapidinhas":

* Será que vou morrer sem ver um jurado com o regulamento na mão em um evento desse porte?

* Fusão com cabaré se não é feita com muito cuidado fica vulgar. #fikadika

* Não aguento mais ouvir as mesmas músicas, chegou ao absurdo de, em uma competição, 3 escolas consecutivas apresentarem A MESMA MÚSICA. AAAAAAAAAAAAAAAA... Morri de sunga branca. 

* Dança moderna não quer dizer campeonato de Fan Veil, vamos usar a criatividade. A vencedora não usou nem um acessório, só boa técnica e boas sequências. Entendeu a mensagem???

* Nunca terei respeito por quem se diz profissional e não conhece as músicas "obrigatórias" do cancioneiro árabe. E nesse ano vi uns absurdos em relação à leitura rítmica que não valem nem comentários - é para se discutir a realidade da dança do ventre no país;

* Nunca entenderei bailarina premiada que se inscreve dois anos consecutivos na mesma categoria, isso só serve para constranger a organização e a banca de jurados, e, consequentemente, criar injustiças;

* No concurso infantil vi crianças produzidas como adultas, e no concurso amador vi várias meninas vestidas como bonequinhas cheias de brilhinhos e tiarinhas e strass na cabeça. Ou eu estou ficando velha, ou as coisas andam meio trocadas; 

* Só eu senti falta do concurso profissional master, que foi aberto com chave de ouro pela minha prô, mas que foi indelevelmente manchado ano passado????

* Fiquei triste de ver pessoas que têm uma qualidade absurda na dança, comentarem que não participam mais de concursos no Mercado Persa porque já foram tão injustiçadas, que voltar para o ano seguinte já virou "queima filme"; 

* A cada ano que passa, sinto cada vez mais falta das grandes escolas de São Paulo neste evento, e, conhecendo a história da participação dessas mesmas escolas em anos anteriores, sei que não é sem motivo;

* Já está bom né, o resto vou deixar pra vocês...



5. O comportamento dos participantes

Então...

Eu não sei NEM o que dizer neste item. Só posso agradecer a Nossa Senhora dos Snujs por evitar que algum motorista em algum carro parasse e perguntasse quanto era o programa para algumas meninas que dançaram cabaret fusion (com direito a meia sete oitavos e liguinha colorida) e desceram para a Marginal Pinheiros sem véu nem abay. Como comentou Roberta Salgueiro "a cara da Verinha diz tudo"... (eu gostaria de que ela tivesse tirado uma foto na hora)



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Almoçar na praça de alimentação no esplendor do figurino de dança sem NADA por cima...

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Professoras: eu sei que é difícil controlar um grupo de alunas em um evento dessa magnitude, mas, "os liderados são o espelho de seu líder". Para o público leigo, tanto faz como tanto fez. Mas, nós que estamos no mercado, sabemos quem é professora de quem, quem é aluna de quem, e os comentários rolam. Então, já sabem: evitem. POOOOR FAAAAAVORRRRRRR!!! A dança agradece.



6. Considerações Finais

Parece piegas, mas é a mais pura verdade - já dizia o sapiencíssimo Raul:

"Sonho que se sonha só

É só um sonho que se sonha só

Mas sonho que se sonha junto é realidade."

Concordo com a Sorraiah Zaied quando ela diz que a dança do ventre já caiu tudo o que tinha pra cair, e, agora, nossa trajetória é ascendente. De fato. Desde 2010, tudo está melhorando neste mercado, desde os espetáculos de escola, figurinos, produtos, serviços, TUDO, e o Mercado Persa tem que entrar, também, neste movimento. Mas não vejo outra forma de isso acontecer se a equipe organizadora não reconhecer a necessidade de consultorias e parcerias, e se não começar a decodificar as críticas e sugestões. 

O MP 2014 poderia ter sido um divisor de águas no mercado bellydance. Mas deixou essa oportunidade passar. 

Passou da hora. Nós fazemos nossa parte: ano após ano colocamos nossas opiniões, nossas idéias, tá tudo aí, internet afora, e voltamos no ano seguinte para conferir. Alguém precisa, urgentemente, fazer uso dessas informações. 



Ufa... que post longo!

E vocês, o que acharam???? Quero muitos comentários hein!

Um beijo!!!


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