28 dezembro 2011

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Prêmio Amar el Binnaz - Melhores do Ano 2011 - Votação Popular



Olá meninas!!

Já está chegando a hora de divulgar o "Prêmio Amar el Binnaz - Melhores do Ano 2011", porém esse ano resolvi também divulgar a votação popular. Isso é bem interessante porque quando muita gente que vê os "Melhores do Ano" (Veja aqui 2009 e 2010) pensa que o resultado baseia-se em algum tipo de pesquisa popular, e na realidade não é, trata-se da minha opinião pessoal sobre as categorias. Mas agora é sua chance de votar!!!

Peço que, ao votar, você deixe de lado os bairrismos, a proteção com sua professora, e vote bem consciente para que tenhamos o resultado com o máximo de lisura possível! Conto com vocês!!!


Votação ENCERRADA!!! Resultado em 01/01/2012.

24 dezembro 2011

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O que se aprende em 32 anos de vida?

(Texto de Rafael Reinehr

Espera-se que algo de bom já se tenha acumulado e se possa ensinar em mais de três décadas de aprendizado e observação do mundo. E a questão é justamente esta: SE nos dispusermos a observar as pessoas e acontecimentos à nossa volta e SE não estivermos absortos pela rotina e pelo comodismo, podemos sim, aprender um bom-bocado e até, quem sabe, começar a transmitir um pouco deste aprendizado, enquanto seguimos apreendendo e aprendendo (adoro esta dupla de palavras!).

O que se aprende em 32 anos de vida?

Espera-se que algo de bom já se tenha acumulado e se possa ensinar em mais de três décadas de aprendizado e observação do mundo. E a questão é justamente esta: SE nos dispusermos a observar as pessoas e acontecimentos à nossa volta e SE não estivermos absortos pela rotina e pelo comodismo, podemos sim, aprender um bom-bocado e até, quem sabe, começar a transmitir um pouco deste aprendizado, enquanto seguimos apreendendo e aprendendo (adoro esta dupla de palavras!).

Enquanto planejo e replanejo os novos caminhos que minha vida deve percorrer – agora dividindo as decisões com o companheiro da minha vida, André – posso dizer que, aos 32 anos confirmei algo que já aprendi há algum tempo: um dos maiores bens que podemos ter sem dúvida nenhuma são os amigos e a família.

Quando temos uma família bem estruturada, é ela quem nos dá suporte e faz nossos sonhos acontecerem, muito antes do que conseguiríamos sozinhos.

Os amigos, ah, estes também são umas relíquias. Quando sinceros, nos fazem sentir bem só por saber que existem. Se os filhos são a chama que ilumina nosso caminho por onde quer que sigamos, os amigos são o calor que precisamos nas noites frias. São eles que nos aquecem e confortam em momentos de temor e desesperança.

O que se aprende em 32 anos de vida? Ah, se aprende também a valorizar, cada vez mais, a pessoa que escolhemos para dormir e acordar conosco todos os dias. Se no início da vida o ímpeto juvenil nos leva a distribuir nosso foco e energia não em uma pessoa mas em vários instantes e instâncias, chega-se ao começo da maturidade sabendo que nossas energias devem ser concentradas em uma pessoa – aquela que realizará nosso sonho de imortalidade, nos ajudando a permanecer vivos na figura dos nossos filhos.

É bom saber e sentir que encontrei esta pessoa e que, quem sabe daqui a algum ano, este ímpeto agora bem direcionado possa se traduzir nos frutos deste amor.

Mas há também coisas que, por mais que já tenhamos aprendido, não conseguimos pôr em prática: uma delas é a promessa de reduzir o ritmo, para respeitar nosso organismo. Comer melhor, praticar mais atividades físicas, meditar, tocar, fotografar, ler e encontrar amigos para filosofar e ficar de papo para o ar, planejar formas de proteger a Natureza da exploração indiscriminada e, porque não, imaginar formas de tornar o mundo um lugar melhor para se viver.

Os 32 anos serão plenos de trabalho. Muitas conquistas, como sempre, sobrevirão. A certeza de que uma casa e uma vida um tantinho mais organizadas virá junto, eu tenho. Esta resolução já está no meu “caderno de apontamentos” para o novo ano que, para mim, começa hoje.

Beijos a todas

22 dezembro 2011

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Natal 2011 - O Resultado do Sorteio!!!


Olá meninas!!!

Hoje é dia de festa por que? Porque alguém vai ficar muito feliz com os prêmios do sorteio de Natal 2011!!! Neste sorteio foram nada mais, nada menos do que 841 incrições em 40 dias. De longe esse foi o maior sorteio que o blog já teve! Isso me deixa muito feliz e principalmente muito motivada a estabelecer mais parcerias,  para fazer mais sorteios em 2012 e presentear muito mais as leitoras que são as grandes protagonistas neste blog!

Isto disto, sem mais delongas, vamos ao resultado. 

O site utilizado para o sorteio foi o Random.Org.  E a grande sortuda foi:




























Danielle Bianco!! Parabéns!!

O que mais me impressionou MESMO foi a próxima linha depois da Danielle. Vocês sabem quem é essa pessoa? Nilze Rocha foi a vencedora do sorteio de natal do ano passado, e esse ano ela bateu NA TRAVE! Jesuis, vai ter sorte assim lá com a mega sena da virada!! AFFFF... 

O próximo brinde é um presente para a seguidora que mais divulgou o sorteio nas redes sociais. A idéia de presentear quem mais divulga o sorteio surgiu quando, um dia consultando o Facebook, uma amiga divulgou uma lista enorme de sorteios lá. Pensei imediatamente: o que ela ganha com isso? Ter um número a mais no sorteio? É muito pouco para a visibilidade que gera para o próprio blog ou sorteio. Afinal tem gente com, sei lá, 5000 amigos divulgando seu sorteio,  ou que leva o sorteio pro Twitter, e coloca no blog que tem muitos acessos por dia... Esse esforço tem que ser recompensado! Daí então resolvi presentear direto quem mais indica participantes pro sorteio e seguidoras para o blog. E no Sorteio de Natal Amar el Binnaz 2011, a vencedora do "Prêmio Indicações" é:


Parabéns Helloíne Francielle, que receberá de prêmio um kit com 18 pincéis de maquiagem branco e rosa. A regra de contemplação é a mesma: as vencedoras deverão entrar em contato comigo em até 48 horas para acertarmos o envio dos prêmios. 

Quero agradecer a cada uma das habibas que participaram do sorteio, ano que vem tem muito mais, começando com mais um sorteio de carnaval pra vocês!

Quero aqui também deixar uma mensagem de Feliz Natal pra vocês, agradecer a vocês pelo carinho com o blog Amar el Binnaz e comigo durante o ano de 2011, minha proposta de começo de ano foi "AMAR" muito mais, principalmente neste espaço virtual, e tem dado muito certo. A cada resposta, a cada e-mail, em cada comentário eu sinto de fato o carinho vindo de vocês e desejo que o universo retribua a vocês em triplo cada sensação boa que tenho diariamente aqui.

Que Deus abençoe imensamente todas vocês. De coração. 

Feliz Natal!!!



18 dezembro 2011

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Uma questão de escolha



Olá meninas!!!

Os últimos posts que tenho lido nos blogs de Dança do Ventre dizem respeito ao resgate do gosto pessoal, de uma dança menos comercial e mais livre e, portanto, mais "artística" no sentido literal da palavra. Há algumas semanas eu venho ensaiando em escrever sobre "o que vc quer para sua dança", tentando comparar um vídeo da Serena Hamzy com qualquer outra ballética que estivesse dançando Ana fi Intizarak, e vou tentar juntar os dois assuntos. 

Em primeiro lugar, obrigada à Hanna que escreveu "Eu também vou reclamar", também letra de uma música do Raul Seixas, e me fez ficar hoooras procurando vídeos do Raul no youtube, cantando e relembrando as músicas (se você nasceu nos anos 90 e não sabe quem é Raul Seixas, vai agora no Google e pesquise sobre um dos maiores artistas da MPB de todos os tempos). 

Já comentei aqui que a primeira bailarina de quem ouvi falar foi a Kahina, na minha primeira aula de dança do ventre, em 2004. Depois dela Lulu, Nur, Carlla Sillveira, Shahar, e outras tantas que eram da Casa de Chá, já que minhas duas professoras faziam aula lá. Minhas primeiras referências em dança eram estas, e eu aprendi que esta dança era o belo praticado na dança do ventre, era o que eu queria atingir como aluna e como bailarina. 



Quando comprei meu primeiro VHS de uma egípcia (aliás comprei 3: uma "The great unknown" do Omar Naboulsi, uma coletânea que tinha a Nelly, a Souhair Zaki e a Najwa Fouad, e uma que tinha a Fifi Abdo e a Dina), o choque foi ENORME, não pude não pensar "what the f*** is going on?" Será que as brasileiras dançam tudo errado? Acho que não porque algumas danças parecem com a Najwa Fouad não? Do que eu gosto mais? De Kahina e Nur ou disso aqui:



Foi de fato difícil pra mim assimilar o que era "genuíno", e o que era considerado bonito e certo para as brasileiras. E o processo seguinte foi escolher: o que eu realmente quero dançar, seja amadora ou profissionalmente, o que mais me encanta, o que "dá certo"? Na minha opinião é aí que a porca torce o rabo grandão, porque acredito piamente que, ao contrário do que se prega por aí, quando técnica e emoção sobram, é possível sim fazer verão dançando um estilo diferente do que é praticado.

O caminho é mais longo e mais difícil? Ôooo se é. Talvez você tenha que abdicar de participar de concursos, talvez você tenha que deixar de lado os selos, e, com certeza você terá que dar muitas, mas muitas aulas no mês para apurar um salário digno. 

Bancar sua escolha na dança é um processo muito mais penoso e mais difícil do que obter retorno dela. Conheço algumas profissionais que desenvolvem suas carreiras à margem do chamado "mercado" e conseguem se manter muito bem, com muitas alunas, mas não têm os nomes nos banners de eventos, nem "agenda da semana" e nem viajam o Brasil dando 6223652 workshops de como colocar um grand battement na dança. Mas dançam sua verdade, encantam por sua técnica, e obtêm o tipo de reconhecimento que para elas basta: apenas os aplausos do público. 

O "meio", o "mercado" de dança do ventre não é diferente de nenhum outro: não é possível, absolutamente, agradar a todos. E se a sua escolha está diferente do que é do gosto do povão, não dá para sofrer com a falta de reconhecimento ou se ressentir porque o resto do mundo tem olhos para o que você não gosta. Valorize quem te assiste, quem te aplaude. E, principalmente, aplauda a si mesma (que é o mais difícil). Aplauda a si mesma por ter escolhido sua verdade, e dançado o que lhe vem no coração. Essa coragem, é para poucas!

Beijos a todas.  

A seguir, a dança que escolhi para mim: feminilidade, cadência, intensidade. Serena Ramzy


13 dezembro 2011

23

Dança da .... ?!? Autora ?!? Improviso Baladi - Tahtil Shibbak


Olá meninas!!!

Nos últimos tempos a coisa mais difícil pra mim tem sido encontrar motivação para dançar um solo, qualquer que seja. Em tempos de exaltação aos figurinos egípcios, pernões, corpões, arabesques, cambrés escalafobéticos e tudo o mais, dançar do meu jeito, na minha proposta pessoal, e ainda tendo o corpo fora dos "padrões", por mais que você segure a onda na auto estima, sempre bate aquele medo de não agradar.

Mas era a festa de encerramento de 2011 na minha escola, não poderia perder essa última oportunidade de fazer um solo esse ano. Então resolvi pegar minha galabiazinha, incorporar (pelo menos um pouquinho que seja) a Fifi Abdo e dançar Tahtil Shibbak. É um embromations improviso, só alegria e prazer de dançar.




Hoje ao invés de estabelecer minha visão sobre a dança da leitora, quero a opinião de vocês sobre a dança da autora!!! Fala aí vai!!

Beijos a todas.

11 dezembro 2011

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The world got talent!!! Dança do Ventre nos programas internacionais de TV


Você não sente uma curiosidadezinha (com "s" ou com "z", nunca sei!!) de saber qual é a dança apresentada ao grande público em outros países? E quando eu digo "grande público", é massificado mesmo, rede nacional, horário nobre. O que as bailarinas internacionais de dança do ventre têm levado para a TV? 

Programa: Britain´s Got Talent
País: Reino Unido
Bailarina: Julia Naidenko

(Sempre lembrando que o vencedor do Britain´s got talent apresenta-se depois para a Rainha Elizabeth II, então "classe é fundamental")


Então: corpão, música da Shakira e tremido "cadeira elétrica". Impressiona, de fato. Fiquei observando a cara dos juízes: Simon Cowell com cara de "man, hoje tem 5 X 1", Amanda com cara de incrédula e Piers com cara de apaixonado. Repare na "imitação" que os dois hosts fazem do tremido da moçoila. Não gostei. O pior é que a menina foi para as finais, tendo se apresentado nas semi finais com LADY MARMALADE. Uma musiquinha egípcia que é bom pra variar, NADA.

Programa: Australia´s got talent
País: Australia
Bailarina: Farah Cicekdag



Pois é. Competir com o rapazinho que tem a voz igual à da Whitney Houston não seria fácil, mas Farah encarou o desafio e fez bonito. Em 30 segundos não dá pra fazer muita coisa, mas deu pra perceber que a moça tem postura, tem um quadril habilidoso e braços graciosos. O timing dela com a música é simplesmente perfeito. Gostei.  O comentário da jurada "você sabendo ou não sabendo dança do ventre, você certamente quis dançar". Alguém consegue colocar isso em palavras fáceis pra mim? Não entendi nada.


Programa: Australia´s got talent (Semi finals)
País: Australia
Bailarina: Farah Cicekdag




Farah escolheu para a semi final do programa a música "Beautiful Liar" de Shakira e Beyoncé com um solo de percussão ao vivo no final. Eu fico triste de ver que na semi final, a prioridade da bailarina é ser sexy ao invés de dançar bem: a música "Beautiful Liar" só favorece movimentos sinuosos de grande amplitude para agradar ao sexo masculino. O jurado a chama de Britney Spears egípcia. Pra mim isso seria xingamento. Really!

Programa: Super Talent
País: Rússia
Grupo Habibi



A filmagem não favoreceu quem assiste pela TV em nada, não dá para ver uma sequência completa. Pelo pouco que deu pra ver, os movimentos estão limpos, bem executados, mas a performance não foi aquela de cair o queixo. Fora o corpo cheio de óleo, pra que minha gente?


Programa: Ukraine got talent 
País: Ucrânia
Bailarina: Leila (Alla Kushnir)



Sinceramente eu fico com medo de postar essas coisas aqui porque se essa modinha horrorosa de bandeja cheia de velas pegar aqui no Brasil vou me sentir extremamente culpada. Só lembrando, Leila participou do "Hezzy ya nawaem", o mesmo programa da LBC do qual Maíra Magno participou no Líbano.  Achei tudo exagerado, grande demais, a dissociação da moça não é muito boa e no geral me pareceu um chacoalho. Mas a batida da percussão marcada com a piscadinha ganhou meu coração.



Programa: America´s Got Talent 

País: Estados Unidos
Bailarina: Sadie (sim, aquela Bellydance Superstar) e Kaya




Aí sim! Um solo de percussão bem ensaiado e executado. As americanas podem não saber muito de sentimento, nem ligar para o estilo egípcio, mas são mestras nos solos de percussão. E as bailarinas impressionaram a platéia com dança de qualidade. Tão bonitinho o Piers e o Howie já mandando as meninas pra semi final só olhando o corpão #NOT! O pior é no final o Howie falando "eu não notei o ventre, me desculpem!!".  Adorei a performance e vou pesquisar mais sobre essa bailarina Kaya. Que mulher linda, meu Deus!!

*********
E como não poderia deixar de ser, sempre tem alguém que quer avacalhar a dança do ventre na TV. Olha só o que essas moças classificam como "celebração da forma feminina", com direito à trilha sonora "Fat bottomed girls" do Queen. 

Com vocês: "Cleofatra"



E vocês, o que acham?

Beijos a todas!!!

06 dezembro 2011

18

Jóias Russas: Aida Bogomolova


Olá meninas...

Após um final de semana com o Todo Poderoso consagrado Campeão Brasileiro, eu não posso deixar de fazer uma citação ao futebol né? KKKK...

Quem inventou o futebol da maneira que o conhecemos foram os ingleses. Mas foi na terra brasilis, com os pés mágicos e com a ginga brasileira que o futebol finalmente encontrou sua verdadeira essência. Estou começando a achar que com a dança do ventre acontece mais ou menos a mesma coisa (na minha opinião pessoal e intransferível, claro). Quem "inventou" a dança, e quem mais nos transmite conhecimento, diz a história, vem do Egito. Mas não posso deixar de pensar que quem faz a combinação perfeita entre técnica, arte e sentimento são as bailarinas russas (até bem pouco tempo atrás eu jurava de pé junto que eram as brasileiras, mas o excesso de pernas e arabesques na dança mudou minha opinião). 

Das russas aqui no blog já falei de Yassmin e Yevgenya Kopteva. E dentre as jóias do czar encontrei, ainda,  Aida Bogomolova.

Conta sua biografia que Aida começou a praticar a dança oriental na infância, na cidade de  Khabarosk -  extremo oriente russo (a apenas 30 km da fronteira com a China).  Com apenas 10 anos já exibia seu talento extraordinário para a Dança do Ventre nos programas de TV locais, e aos 17 anos já excursionava por todo o território russo, apresentando dança indiana e dança do ventre. 

Em 2004 passou a fazer aperfeiçoamento com professores internacionais em Moscow, dentre eles: Farida Fahmi, Raqia Hassan, Nour, Tito, Yoursy Sharif, Aida Nour, e a russa (santo de casa faz milagre sim) Mariana Smirnova.

Aida tem a elegância e altivez característica das bailarinas russas, mas é "sexy as hell" sem que isto seja vulgar ou agressivo aos nossos olhos. Outra característica bem interessante de sua dança são as repetições: vejo em algumas sequências repetições de até 8 tempos, porém se ela executa 4 tempos de uma repetição ela inverte o movimento do terceiro tempo para criar um "elemento surpresa" e retoma a direção anterior no 4o. tempo - fica lindo demais, e você fica tão impressionada que nem vai se importar se ela repetir tudo para o outro lado. 

Leitura musical precisa, primoroso trabalho de braços, belíssima expressão: aquele "pacote" russo já tão conhecido por todas nós. 

Com um quadril extremamente habilidoso que poderia usar e abusar dos acentos e tremidos, Aida privilegia SEMPRE o instrumento melódico e os movimentos sinuososos. Seu solo de percussão é uma delícia de se ver, cheio de oitos e redondinhos. Embora seja estranho aos nossos olhos o solo de derback executado de forma cadenciada, é lindo ver quando uma bailarina consegue fazer o mix perfeito de acentos e movimentos sinuosos sem que a dança fique "chata". 

Estou encantada por essa bailarina, sem dúvida, uma brisa fresca e deliciosa de "Dança do Ventre" em nossa terra brasilis de ares balléticos tão carregados na Dança Oriental. ALÔ ORGANIZADORES DE WORKSHOPS INTERNACIONAIS: que tal darem uma olhadinha na Rússia de vez em quando?

Com vocês: Aida Bogomolova



Tem muita bailarina brasileira que torce o nariz para Tony Mouzayek. Mas olha onde chegou a música Ana Bastanak gravada por ele!!





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