28 agosto 2011

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Quando estiver "bom" e "pronto"!







Muitas são as motivações que levam a mulher a praticar a dança do ventre, e todas de nosso pleno conhecimento: desejo de uma movimentação diferente para o corpo, desenvolvimento de uma atividade física, aumento da auto-estima, necessidade de uma nova forma de comunicação com o mundo. Algumas mulheres, ao alcançar este passo que é justamente vencer a primeira aula, colocam em suas mentes que não desejam se apresentar em público. Altamente compreensível, já que se expor ao excrutínio público demanda uma dose de distanciamento e maturidade que eu acredito serem impossíveis para o cérebro feminino (opa, olha a opinião pessoal).

Do outro lado, cada aluna que chega à sala de aula, aos olhos da professora, traz consigo a esperança da formação de um novo grupo, ou o fortalecimento de um grupo já existente, e por vezes, após 3 ou 4 aulas já está ensaiando uma nova coreografia, já está planejando a apresentação, já está altamente "envolvida no processo", quando ainda não houve nenhum tipo de trabalho da professora no que diz respeito às implicações de uma apresentação em público: memorização dos passos, expressão no palco, caracterização e apresentação, enfim... Conceitos que podem à primeira vista parecer bobos e sem necessidade, mas que fazem uma diferença enoooooorme para quem está assistindo. 

Na Mostra Cultural tive a oportunidade de presenciar várias apresentações de grupos iniciantes, e a CLARA impressão que me foi passada enquanto público era que havia alunas desesperadas para sair correndo do palco. Em algumas apresentações, a finalização era acompanhada daquele suspiro de alívio típico dos torturados da ditadura ao saírem do DOPS. Houve uma apresentação com música ao vivo que a expressão da aluna era de PURO SOFRIMENTO no palco. 

Diante desse cenário, duas perguntas me vieram à mente:

1. Qual deverá ser o trabalho de preparação de uma aluna antes de uma apresentação, seja ela de pequeno, médio ou grande porte? 
2. Será que à aluna foi oferecida a opção de simplesmente declinar do convite à apresentação?

Em um primeiro momento, pensar em uma preparação específica para a apresentação parece perfumaria - afinal, com tantas coisas para se preocupar, a professora "ainda" vai ter que separar um tempo para conversas, instruções, talvez até aulas extras... É, isso mesmo. Mais importante do que 1 trilhão de ensaios é aquele momento em que a professora senta com a aluna e conversa sobre a dinâmica de uma apresentação, sobre os momentos que antecedem a entrada em cena, sobre a comunicação visual com o público e recebe da aluna quais são os receios e medos, quais as impressões que ela tem da experiência que será a apresentação. É exatamente essa oportunidade que a professora tem de blindar a auto-confiança da aluna, de que as apresentações são uma paisagem no caminho, e não o ouro ao final do arco íris. Se não der certo, caminhe que a "paisagem" sai do seu campo de visão, e uma nova paisagem pode se abrir à sua frente. 

Isso sem contar em uma aula extra de expressão, e principalmente de comunicação visual com o público, ensinando a aluna a converter os olhares de reprovação em reações imediatas em sua própria linguagem corporal. Além claro de uma aula de maquiagem e caracterização. 

Essas são, obviamente, sugestões. Claro que tudo isso pode acontecer em um momento descontraído, ou naqueles 20 minutinhos que antecedem à uma aula. Mas é um momento que deve ser compartilhado entre professora e aluna, estreitando a relação de confiança entre elas, para que a apresentação em público seja uma experiência enriquecedora, e não uma possibilidade de tortura. 

Em contrapartida, existe a necessidade de deixar a aluna em uma posição confortável de dizer simplesmente "não". "Não quero me apresentar, não é esse meu objetivo".  Muitas alunas não se apresentam pelo fato de ter participado de poucos ensaios, ou ainda porque não poderiam comprar um novo figurino, mas tenho certeza de que se fizer uma pesquisa serão pouquíssimas as alunas que não participaram de um evento simplesmente porque "não quiseram". Existe de fato uma pressão, tanto da professora quanto das colegas de sala para que a aluna acompanhe o grupo.

Se você é aluna, e se sente desconfortável em se apresentar em público, te digo o seguinte: a melhor maneira de se aprender a dançar e fortalecer o amor pela dança é justamente subindo ao palco e exibindo sua arte, mas se você não se sente confortável com isso DIGA NÃO. Sua vontade pode e deve ser respeitada, independente da reação da professora ou de suas colegas de sala. Assim como outros momentos da vida, esperar o momento certo para se apresentar e exibir seu progresso em dança para o público pode ser o melhor favor a se prestar para seu processo de aprendizado.

Faça como o Tom Cruise em Top Gun - "Eu só vou voar quando estiver "bom" e "pronto".  E, com toda a segurança a que você tem direito, desfrute dos aplausos que virão.

Beijos a todas e boa semana!!!


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15 comentários:

  1. Amei o post!!!!! Passei por isso com minhas alunas a pouco tempo, muito esclarecedor...
    Bjus

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  2. Disse Tudo!É sempre muito bom saber o que as outras pessoas sentem,as vezes percebo que á muitas meninas que dançam por que são "Obrigadas" ou simplesmente temem a sua professora,dizer NÃO é um direito seu !
    Uma opinião pessoal aqui,é muito bom dançar,mas é melhor ainda quando dançamos com o coração,com a alma,é ótimo quando nos entregamos ao que fazemos !
    Minha Professora sempre conversa conosco em todas as aulas,trabalha muito expressão,e para se sentirmos bem ela mais que falar ela coloca sentimento no que diz,quando se tem uma professora que mostra amor no que diz as coisas andam bem!
    Amei esse post vera!
    Beijokas '

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  3. Este comentário foi removido pelo autor.

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  4. Posso falar?

    (já percebeu que eu falo mais aqui que no meu blog? Putz... me sinto em casa aqui! ahahaha!

    Bem... tenho alunas e tenho um grupo (que são alunas tb, mas com um outro objetivo) para apresentações e competições.

    Ok... concordo com todas as suas colocações. Mas eu devo ter um ímã de gente louca e outro para pessoas que fazem dança mas têm horror a ela. Eu explico.
    No primeiro caso, são as alunas que por motivo de espaço e falta de tempo (meu tempo, neste caso) só podem fazer aula com as meninas do grupo. Meu espetáculo é dia 18 de dezembro (Lembre-se desta data!!! Vc tem um solo a realizar!), mas teremos uma bebê de pouco mais de 1 mês dançando uma das coreografias. Por quê? Porque ela quis, aliás veio em particular perguntar se eu achava que ela conseguiria. Como é espetáculo das alunas a resposta foi "claro que sim". Digo isso, pq a pessoa se encanta com os ensaios do grupo, vê gente comum, que não é professora nem profissional melhorando as sequências a cada ensaio e isso é uma votivação master. Se ela vai dançar bem? Talvez. Isso por conta do suporte e da energia do grupo em ajudá-la com esse objetivo (e ela está se dando muito bem na coreô). Talvez não, por conta do nervosismo natural da primiera apresentação.

    O segundo caso são das alunas que por motivos alheios (eu não pergunto e não faço questão nenhuma de saber o por quê) não querem nem ouvir falar de apresentação e, apesar de desde a primeira aula eu comentar sobre o espetáculo e dizer que é uma festa para celebrar os trabalhos do ano e que DE FORMA ALGUMA alguém terá que se apresentar contra a vontade, algumas não voltam mais só para não correr o risco. Posso com isso? Afinal... qual é o verdadeiro intuito de se fazer aula senão o de realizar a dança propriamente dita, oh raios?
    Detalhe fundamental. Nestas aulas que não são do Grupo Rá, não há ensaios durante a aula. O ensaio é realizado trinta minutos antes do início da aula.
    Mas como cada uma é uma, não vou criticar formalmente ninguém. Cada uma tem seus fantasmas, não é? Minha aula é bem democrática: quer dançar, ótimo. Junte-se a nós! Não quer? Venha pelo menos prestigiar as amigas no dia da apresentação!

    Com o tempo tudo se resolve! =D

    Bjoks, Verinha!
    Ps.: Aula de maquiagem é sucesso total!

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  5. Esse post complementado pela opinião da Tati mostra como uma questão tem NO MÍNIMO dois pontos de vista. Diz a Tati :Afinal, qual o verdadeiro intuito de se fazer aula ..." Eu digo que REALIZAR a dança SIM. EXIBIR MINHA DANÇA, não necessariamente. Eu percebo que para professoras a apresentação em palco é um desdobramento natural, e até óbvio. Mas para mim, que não tenho nenhuma pretensão profissional, é justo o contrário. Acho certo que apresentem suas alunas como cartão de visitas, aliás eu mesma já quis fazer aulas com certa profissional por causa de suas alunas maravilhosas. Eu me apresentei algumas vezes e outras me recusei com veemência. Daí sofri toda a sorte de represálias. Tô nem aí, mas vi colegas mais inseguras que se arrependeram amargamente após uma apresentação e abandonaram a aula. Foi traumático mesmo. Nos colocar a prova é muito difícil. Eu escolhi dançar por prazer pessoal e por saúde, já que não gosto de malhar. Eu ADORO assistir bailarinas, me emocionar com elas. Eu fico vidrada, embevecida mesmo. Um espetáculo pra mim é puro deleite e por isso dançar em eventos não é a minha primeira opção. Ainda bem que há quem pense diferente, né?!
    Pra completar a minha aversão por ME apresentar, na ocasião, as aulas foram sumariamente substituídas por ensaios coreográficos. Moral da história: todas as alunas abandonaram a dança, ou como eu, trocaram de academia.

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  6. Então, meus dois pontos de vista sob óticas diferentes:

    - Da aluna: é um saco ter aula só de coreografia para festas e eventos. A professora precisa dosar os ensaios e as aulas. A professora não pode obrigar ninguém a se apresentar.

    - Da professora: Como as alunas querem sair dançando (como a maioria quer) sem ensaiar direito, afinal é o nome dela quem aparece primeiro! A professora não tem obrigação de fazer ensaio extra sem receber por isso, afinal, não deixa de ser trabalho! Se aceitou entrar na coregrafia, então deve sim firmar seu compromisso e ser dedicada.

    O que resta são as alunas encontrarem as professoras que possuem mais seu perfil e as professoras não pensarem só nelas.

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  7. Não, Mirna, acho que você não entendeu ou eu me expressei mal (apesar de reler meu comentário e continuar na mesma posição). Se foi a segunda opção, peço desculpas.
    Eu disse que eu não fico perguntando a ninguém a finalidade de estar na minha ou qualquer outra aula de dança, pq realmente não me interessa nem um pouco o que a aluna vai fazer com o que eu ensino e justamente a aula perde aquele ar de obrigação em aprender logo para fazer bonito no palco. Mas vc há de convir que, se vc entra numa aula de dança é para dançar, mesmo que seja dentro do seu quarto só para você na frente do guarda-roupas!
    Isso é realizar, concordo. Mas tb disse que, para apresentações, e este sim é meu cartão de visitas, tenho o Grupo Rá que são pessoas que abraçaram meus objetivos de livre e espontânea vontade sem armas apontadas!
    O que escrevi não foi uma crítica àquelas que só querem fazer aula por satisfação pessoal, mesmo pq repudio qualquer represálias seja por parte de quem ensina ou de gente que está na mesma situação que vc: aprendendo.
    Eu concordo com a Hanna quanto a não obrigação da dança e ensaios na aula NÃO dá, definitivamente, pq sempre tem uma que não vai dançar e a aula perde o sentido para esta pessoa. Mas acho válido ensaiar antes da aula, pois agrado gregos e romanos com 20 ou 30 minutinhos do meu tempo doados gratuitamente e todos ficam felizes. =D

    Beijo, bonitas!!!!

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  8. Importantissíssimo esse post. E digo mais Amar, o fortalecimento da dnaça se dá com as apresentações, mas será que a maioria das alunas deseja o fortalecimento da dança? Acho que elas buscam o prazer, a descontração. Isso não significa falta de seriedade.

    Sobre a expressão, acho que ela tem que estar SEMPRE presente, mesmo para aquelas (e são muitas!) que não querem se apresentar. EU costumo dizer que a expressão e a itneração tem que acontecer mesmo que seja para nos comunicarmos conosco mesmas, afinal dançar é um presente que podemos nos dar.

    No mais, cabe ÀS PROFESSORAS sim conhecer suas alunas, saber dos seus interesses. Há grupos que adoram aprender coreografias e não querem se apresentar (por n motivos, eu também não queria quando comecei, queria fazer aula para mim). Conheço alunas que possuem roupas lindíssimas e não pretendem se apresentar em público. Compram porque amam a dança, para dançar com as colegas da turma numa confraternização. Isso também pode ser explorado para desinibir.

    E acima de tudo, acho que a dança, qualquer que seja, não deve ser para o palco, deve ser para a satisfação pessoal dos seus praticantes. Alcançando isso, o professor contempla a vontade dos apenas estudantes e daqueles que desejam ser bailarinos.

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  9. "Em algumas apresentações, a finalização era acompanhada daquele suspiro de alívio típico dos torturados da ditadura ao saírem do DOPS." Ai que medoo!!! hahahaha nunca me apresentei e minha 1ª apresentação vai ser em dezembro...estou tentando ficar o menos tensa possível porque eu tenho terror a apresentações..ainda mais vestida com aquelas roupinhas mínimas de dv...

    Sobre aceitar ou recusar o convite de se apresentar, ao menos minha professora sempre deixou claro que vamos se quisermos! Claro que ela fica tentando incentivar quem não quer ir...mas também não insiste toda vida! Ela só explica que é legal e tal e aí depende da aluna...eu aceitei porque quero enfrentar esse medo meu das pessoas!
    Gostei da metáfora sobre a paisagem...é no que estou tentando me segurar: que não é o fim do mundo, afinal ainda sou iniciante, 1ª apresnetação, não devia me cobrar tanto, mas quero que saia do melhor jeito possível até por carinho com a professora.

    Parabéns pelo post mais uma vez Vera!!! Sempre muito bom vir até o amarelbinnaz =)) beijos!

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  10. Olá meninasssssssssssssss!!!!!!!!!!!

    Gi:
    Beijocass flor... dei uma olhadinha no seu blog, adorei!!!

    Keiti, vc disse tudo:
    é muito bom dançar,mas é melhor ainda quando dançamos com o coração,com a alma,é ótimo quando nos entregamos ao que fazemos !

    Tatiiiiisss:

    O tema das alunas que "se jogam" nas apresentações também rende um tripão de post não? Era a situação mais difícil de lidar como professora, na minha opinião. Porque se vc recusar a aluna que não tem condições de dançar é preconceito, e se vc aceita a aluna não se dá bem, todo o processo coreográfico é comprometido. PHODA.

    Mirna:

    Bacana ver um exemplo pratico aqui no blog. E de fato é isso que acontece mesmo: muita gente se traumatiza PARA NUNCA MAIS VOLTAR. É triste, mas, mais triste ainda, é ver que algumas colegas professoras ainda insistem no erro.

    Hanna:

    Eu também concordo que nenhuma professora deve trabalhar de graça. Que se estabeleça um preço para preparação, nem que simbólico, enfim... o que eu acho que não deve acontecer é a completa ausência de uma preparação!!

    Lili:

    Um tempo atrás eu fiz um post polêmico por demais aqui no blog sobre o direcionamento das aulas para alunas que querem se profissionalizar, se apresentar regularmente, e aulas para quem quer somente se exercitar. Como vc disse, não é ausência de seriedade, é simplesmente um propósito diferente. Por causa dele ganhei o título "velado" de Boninho da Dança do Ventre... KKKKKKKKKKKKK....

    Lívia:

    Por que tenho a impressão que sua apresentação vai ser um AHAZO? A primeira coisa, e mais importante vc já tem: o profundo respeito à dança e às tradições árabes. O restante é ensaio.

    Beijocas a todas!!!!!!!

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  11. Gente, só mais uma coisa: algumas meninas estão dizendo que escrevem um texto enorme e o texto não é publicado. Eu tenho permissão para escrever bastante porque sou ADM do blog, mas se vc quer escrever um post mais compridinho, é melhor dividir em 2!!!

    Beijocsss

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  12. O post me fez lembrar do ínício....lá no início do milênio....(q horror). Como comecei a dançar em academia de musculação, a exposição já era natural, e não sei se foi isso que me motivou, pois a academia parava para ver as aulas de dança do ventre. Meu grupo se formou em 2001, eramos bem amadoras, mas nos divertíamos muuuuuuuuuuito, cada decoberta era um BAFOOOO de chegar na academia e dizer...olha o que eu aprendi, olha o que vi na internet, pq na época não tinha youtube. Ficavamos babando em uma da 7 integrantes que fazia luxor, para nós na época, realmente o Templo da Danaça do Ventre.

    Mas voltemos a apresentações em público. Alí, pelo menos pra mim a apresentação era a finalidade. Dançavamos, ensaiávamos, faziamos roupas para apresentações em público, nunca me passou pela cabeça, apenas dançar pra mim (que tamém era maravilhoso), mas meu objetivo desde o começo era transbordar, brilhar, emanar a felicidade que estava sentindo. E isso esta intimamente ligado ao meu problema de aceitação do meu corpo, minha insegurança, falta de feminilidade, auto estima, etc


    Me lembro das tensões de cada apresentação, o clima de nervosismo que todas nós conhecemos, até da dança em casamento "arabe" onde todo mundo era evangélico. Mas o inesquecível foi...

    numa festa arabe em uma mansão, a "lider" do grupo me colocou para dançar na escada...para ficar tipo aquelas dançarinas do Faustão, umas embaixo e outras em cima. Ia tudo bem, até que no final da coreografia tinha aquela caida turca, advinha quem caiu e não conseguiu levanta?????


    me...

    kkkkkkkkkkkkkkk


    Depois disso vi que tinha que treinar mais...

    um grande beijo

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  13. Para Tati Lamas:

    Eu tanto te entendi como concordo em tudo com você. Acho que foi só um mal entendido porque usei o seu texto como gancho. Nenhuma das críticas foram pra ti até porque você consegue agradar a gregas e troianas. Você tem a sensibilidade que a Lili também tem. VocÊs seriam ótimas professoras para mim. Eu gosto de confraternizar com colegas de turma. Adoro apresentações "em casa", mas em concursos e eventos grandes eu prefiro ser expectadora. Ah, também gosto de ensaiar coreografias porque também aprendi bastante interagindo com minhas colegas. Só que sou terminantemente contra ensaio de coreografia durante as aulas regulares, mesmo que todas as alunas estejam ensaiando. Quando eu me matriculei foi com outro propósito e várias professoras minhas substituíram as aulas por preparação para eventos. Eu achei péssimo! Tudo esclarecido?!!! Um beijo.

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  14. Olá Verinha..
    Bom mesmo é sempre ter um espaço como o seu aki pra nos informar e deixar nossas neuras pra traz.. ou pelo menos diminuir..

    Na cidade q moro falta mesmo é profissionais competentes em informar se é são qualificados pra tal..

    Mas ainda bem q tem a Amar el Binnnaz!!!

    Bjus e muita Luz

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Mentes que pensam e fazem os outros pensar!!! Muito obrigada pelos seus comentários.

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