30 março 2009

4

Divas da Terra "Tribal" Brasilis - Dani Fairusa


Olá habibas...

Falando mais uma vez de tribal (não tem jeito, tô meio focada nesse lance, vai demorar um pouco pra eu sair), não poderia deixar de citar uma bailrarina brasileira que me chama muuuuuito a atenção quando o assunto é tribal: Dani Fairusa.

Estamos bem próximas: ela é de Osasco. Até tentei ter aulas com ela no projeto de dança que a prefeitura de Osasco mantém, mas não deu... ela faltava pacas! Ehehhe...

Dani é uma bailarina de tribal como poucas. É extremamente flexível, e desde sempre pratica dança (a conheço desde a sexta série, estudamos na mesma escola, o Instituto São Pio X, lá em 1900 e nada... ), e pelo fato de eu conhecê-la há tantos anos, sei que o estilo "diferente" não é nada caricato. Vejo genuinamente alguém que se "encontrou" através do tribal.

Ela dança dança do ventre divinamente, estou postando um vídeo no qual ela dança uma música da Latifah belíssima, uma técnica super apurada, mas o forte mesmo é tribal. Sei que ela é caxias no último grau quando o assunto é dança, e sua pesquisa só tem trazido belíssimas apresentações.

Meninas de Osasco: acho que ela está dando aulas no Fantasy Shopping, numa academia que tem lá. Não percam a oportunidade, vale muito a pena.

Com vocês: Dani Fairusa.

Estilo tribal / cabaret



Bellydance



Tribal Fusion

26 março 2009

7

Os efeitos da mudança de peso na execução da dança


Olá habibas...

Como é do conhecimento geral da nação eu sou gordita. Sempre fui. E como toda gordita que quer ser a Gisele Bundchen sofro enormemente com o efeito sanfona. Não estou aqui para condenar nem redimir gordinhas que praticam dança do ventre. Muito menos para dissertar sobre os malefícios da gordura, nem executar tratados em prol da magreza, meu objetivo está longe disso. Mas resolvi relatar aqui quais são as mudanças que minha dança sofre com as oscilações do meu peso.

Tempo de execução – não dá nem pra enganar nesta parte... estar acima do peso quer dizer dançar alguns minutinhos a menos. A não ser que vc não tenha vergonha de arfar no meio da música, ou no final, como se tivesse corrido a última maratona de Nova York, o ideal é dançar uns minutinhos a menos.

Meia ponta – aiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii, como dói!!!! Fazendo continha de português, aquele tequinho que fica colado ao chão quando você está na meia ponta está carregando 5, 10,15 quilos a mais. COITADINHO... No meu caso dói!!! Dói muito na parte anterior da coxa, e a panturilha fica em chamas... Quando emagreço um pouquinho já sinto imediatamente uma melhora no equilíbrio e conforto da meia ponta.

Tremido: ah, esse é o cara que fica prejudicado totalmente quando aumento de peso. No meu caso tem a ver com a força que é enviada aos joelhos para executar o movimento... quanto maior o peso, mais força será necessário dispender. E o bicho parece que fica travado, um trabalhão para destravar.

Braços: Pois é... admiro muitas coisas em uma dança, mas braços roliços não são elegantes. Nunca. Não que eu tenha braços fininhos, nunca tive. Mas acredito piamente que braços mais finos fazem um “desenho” mais elegante na dança.

Trancos e batidas secas: Pra quem tem o traseirão grande como o meu, engordar é separar a bunda do quadril, ou seja, a batida não fica sequinha, porque o quadril “vai” e a bunda “vai atrás”...

Figurino: Esse é o grande lance. Meus figurinos, graças a Deus, são todos adaptáveis a várias mudanças de peso. O que é um erro, porque eu sempre estou tranquila, ao invés de fechar a boca para a roupa entrar, ehehehhe...
Mas o fato é que nem sempre o pessoal tem a roupitcha para uns quilinhos a mais. Daí negas... banha caindo do cinturão não pooooooooooode...

Se vc é gordinha, se gosta, se ama, esse post não é para você. Dance e seja feliz sempre, e saiba que tem em mim uma grande admiradora. Mas se vc, como eu, foi ameaçada de morte pelo endocrinologista (noooosa, que grave! brincadeirinha), além de pensar nos bofes que vão babar no seu corpitcho novo, pense nos benefícios para a dança.

Enfim habibas... não estou aqui encorajando ninguém a morrer de fome, mas sim alertando a vocês (e a mim também) .

Grande beijo.

21 março 2009

3

Divas da Terra Brasilis - Cadê a Mahaila?


Hello girls...

Sabem, tô bolada... Cadê a Mahaila el Helwa? Uma bailarina fascinante, graciosa, boa gente toda vida?

Conheci a Mahaila no vídeo que comprei para orientar meu estudo para o Mercado Persa 2005. Ela foi 2o. lugar na categoria profissional. Achei justo pero no mucho, porque na minha opinião ela merecia o título. Mas acredito que em 2004 havia alguma coisinha política no meio porque em 2005 a Luxor NÃO DEU AS CARAS no Mercado Persa. Simples assim... Whatever. A coreo que elas tinham que desenvolver era para pandeiro, e eu achei que a Mahaila arrasou. Passei então a pesquisar mais sobre essa bailarina.

Bom, ela é cria da Hayat. Ou seja, dança com muitos elementos "show" que eu não gostava muito, sou mais um estilo mais contido. Pouco me importa se ela ganhou o campeonato mundial ou não, o fato é que ela foi para o Egito estudar dança e ganhar uma grana e maaaaaaaaaaaanoooooooo!!! Voltou dançando 50 milhões de vezes melhor, se é que isso é possível. Virei tiete.

E digo mais: reinvindico para esta bailarina o respeito e a admiração de todos. Ela merece.

Não vou nem me esticar muito. Avaliem vocês!!! Mahaila el Helwa.

15 março 2009

4

Estudo tribal


Olá habibas...

First of all, desculpas pela demora em atualizar. Estou com uma "certa dificuldade" em coordenar meu tempo como dona de casa e bailarina e interneteira e professora (Tô na fase de montar aulas enquanto faço o jantar, pensar nos posts no ônibus pro trabalho e escrevê-los na hora do almoço, tá difícil! Torçam por mim).

Massssss... hoje é domingo cedinho e o maridão tá dormindo. EEEEEEEEEEEEEEE. Tempo de fazer um post.

Estou querendo montar uma coreo de tribal para ficar na manga... sabe como é, numa hora de desespero, ter uma musiquinha montada na manga é tudibom. Mas faz um tempão que não danço nada de tribal. Depois de chorar de saudades das aulas da minha mestra Shaide, resolvi botar a mão na massa. E tenho assistido e acompanhado váaaaaaaaaarios DVDs de tribal (U-torrent é tudo na vida da pessoa), descoberto algumas preciosidades que vou compartilhar com vcs aqui.

Bom, a verdade é CAROLENA NERICCIO rulez!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!! Estou amando os DVDs do Fat Chance Belly Dance e a didática dela. Fantástica! O mais legal é que várias soluções que ela encontra dá pra colocar em dança tradicional sem medo de errar. Pra ser sincera com vcs, eu procuro não misturar muito porque os braços de tribal são mais Horácio (sabe aquele dinossaurinho da Mônica?) e é muito estático. Eu gosto da dança mais fluida e mais dinâmica, sem tantos trancos...
E o Fat Chance traz muita alegria, muitos deslocamentos bacanésimos e muita informação legal. Recomendo muitíssimo.



Outra que me encanta bastante, com sua delicadeza ao dançar é Kami Liddle. Já está superstar, mas tem vários DVDs com bailarinas menos conhecidas nos quais ela faz participações, e todas as suas apresentações são belíssimas. Vale a pena conferir.



Zoe Jakes eu acho a Fifi Abdo do Tribal: ame-a ou odeie-a. Eu alterno períodos... Às vezes odeio esse monte de tranco, às vezes amo as soluções que ela apresenta pra momentos da música que eu nomeio como "Mistérios da humanidade". O fato é que é uma super tribalista, e sua leitura musical é um fenômeno. Zoe Jakes!




Tenho aprendido muito com o vídeo da Asharah, acredito que ela merece um destaquezinho neste post. Pode não ser tão superstar como as anteriores, mas sua didática é incrível. Eu valorizo esse lado demais, porque a bailarina pode manjar muito, mas transmitir a dança são outros quinhentos. E palmas pra quem dá uma ajudinha na montagem de nossas aulas não é mesmo?



Outro dia falo mais de outros DVDs massa aos quais estou tendo acesso, e das tribalistas da Terra Brasilis. Procurei fugir de Rachel Brice e Sharon Kihara, afinal, tá todo mundo careca de ver, não é mesmo? Beijo grande no coração.

09 março 2009

3

Cine Pipoca: A última tentação de Cristo



Olá habibas...

Hoje vou sair dos assuntos habituais (dança e makes) pra comentar um filme que vi ontem e recomendo muitíssimo:

A última tentação de Cristo, de Martin Scorsese.

Com Willen Dafoe no papel de Jesus Cristo, Harvey Keitel no papel de Judas Iscariotes e David Bowie no papel de Pilatos.

Esse filme foi proibido em vários países, custou a Martin Scorsese a sua excomunhão da igreja católica, e teve seu lançamento em DVD retardado por muitos anos. Eu, porém, achei fascinante.

Já relatei isso aqui antes, estive em uma igreja evangélica por 15 anos, de forma que conheço de forma bem consistente os evangelhos. Embora não pudesse “abrir” isso, sempre fui apaixonadíssima pelo Jesus do Gethsêmani. Aquele é o único momento que a Bíblia relata um Jesus humano, ou melhor, absurdamente humano, com tamanho medo do açoite, da rejeição e da morte que verte lágrimas de sangue de seus olhos. Ali Jesus pede, como muitas vezes também pedimos, para que Deus nos afaste da dor, algo que “não combina” com sua deidade e com seu conhecimento das profecias. Acredito que se em algum momento da vida de Jesus eu tivesse a oportunidade de abraçá-lo, e compartilhar com ele, o momento seria esse. Enfim...

Martin Scorsese nesse filme nos mostra um Jesus com muitas faces:
- Um Jesus que luta contra sua condição divina confeccionando cruzes para sacrificar seus irmãos judeus;
- Um Jesus que sofre ataques diários do diabo, e tem convulsões como se fosse um epilético;
- Um Jesus que vai ao deserto se encontrar como homem, e só consegue se aproximar ainda mais de sua face divina;
- Um Jesus que tem por melhor amigo até o final de seus dias, Judas Iscariotes;
- Um Jesus que lidera uma revolução, porém no momento crucial se rende à profecia;
- Um Jesus que apesar de todo o seu conhecimento da profecia e das escrituras sagradas, em um momento de total humanidade, sucumbe à tentação do diabo de descer da cruz e viver como um humano;
- Um Jesus que chama Paulo, seu mais fiel e fervoroso servo, de mentiroso e manipulador;
- Um Jesus que tem a oportunidade de se reencontrar com seu Pai e desempenhar o papel para o qual foi destinado.
(Não vou contar tudo que senão não tem graça né? Mas, fala sério, esses são bons motivos pra vc ir correndo buscar esse DVD!!! Tem na Americanas por R$ 12,90)

Olha, vc pode ser católica, evangélica, umbandista, espírita, budista, whatever... Você TEM que assistir esse filme. Independente da crença, é muito importante conhecer outro lado de uma história que ainda não sabemos até onde é verdade. Temos certeza de que Jesus existe porque avaliamos pelo prisma da Fé, mas qual foi sua história?

E viva Martin Scorsese e todos os corajosos que colocaram sua verdade acima do medo de serem repudiados!

Boa semana!!!

04 março 2009

5

Por que o sonho americano ainda é possível! Aziza!



Olá habibas!!!!

Em dias normais a gente desce o pau nas bailarinas americanas tcherto? Uma dança quase caricata, muitos passos, tremidos infinitos, trancos, trancos e mais trancos, solos de derbak com micropassos dificílimos de identificar (e igualmente de executar), enfim... Quando é pra falar mal, a gente escolhe uma representante da terra do tio Sam!

Mas tem uma que eu nunca posso deixar de tirar o chapéu (fora o fato de que no vídeo ela parece meio maçã, como eu, eheheheh... ), porque: é linda, muito fluida, alegre, tem uma expressão que é de apaixonar e simplesmente dança muito: Aziza!

Descobri Aziza junto com meu segundo DVD de dança, comprado da Luciana Motta, lá de Manaus (é gente, alguns anos atrás esses DVDs eram OURO). O DVD era o "Bellydance at its best". Aziza sempre foi figura dominante nos meus estudos, principalmente por causa de seu trabalho com o véu - pra mim, os braços dela são uma extensão do véu, muito mais do que outras bailarinas que são consideradas deusas do véu.

Aliás, uma dica boa de estudo é o vídeo "IAMED - Veil with Aziza", nos dá soluções muito bacanas e originais com o véu, para não cair na mesmice dos movimentos dominantes "Mercado Persa - Mostra Cultural - Casa de Chá".




Ano passado a Luxor fez um imenso serviço de utilidade pública trazendo-a para ministrar workshops. Quem foi (eu não fui, buáaaaaaa) ficou ainda mais apaixonado por essa bailarina e sua capacidade ímpar de transmitir conhecimento.


Mas essa é uma bailarina de se estudar "de cima em baixo".

E chega de babar ovo. Com vocês: Aziza!





Beijosssss....
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